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PROTOCOLO DE TERAPIA NUTRICIONAL DO PACIENTE CRÍTICO COM COVID-19

  • Amélia Cristina Stival Duarte
  • Doutoranda em Nutrição e Saúde pela Universidade Federal de Goiás. Mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Goiás com ênfase na Antropologia da Alimentação e da Saúde. Especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho. Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Goiás. Atualmente é Coordenadora de Pesquisa da Superintendência da Escola de Saúde de Goiás. 

  • Erika Menezes Barbosa Costa
  • Erika Menezes Barbosa Costa: Nutricionista pela Universidade Federal de Goiás (UFG), pós-graduada em Atenção Clínica Especializada em Endocrinologia pela UniEvangélica.

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?          

Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu como pandemia a infecção respiratória denominada COVID-19. Nem todas as pessoas infectadas desenvolvem sintomas, mas a doença pode evoluir de maneira grave. A permanência prolongada em unidades de terapia intensiva (UTI) para o tratamento da COVID-19 tende a gerar desnutrição, com o aumento da demanda energética, perda de massa muscular e redução da função motora.
Nesse sentindo, o objetivo deste estudo foi estabelecer um protocolo de atendimento nutricional de pacientes críticos diagnosticados com COVID-19, direcionado para profissionais nutricionistas, de modo a possibilitar o tratamento adequado, minimizando a morbidade e óbito pela doença. O Protocolo criado é composto por etapas de avaliação nutricional, terapia nutricional e monitorização do paciente crítico com COVID-19.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

A COVID-19 é uma doença recente e seu tratamento ainda não está totalmente elucidado. Porém, um protocolo de atendimento nutricional para pacientes críticos com essa condição, pode auxiliar profissionais nutricionistas no plano de cuidado.
Garantir a nutrição adequada para o paciente com COVID-19 é um dos desafios do tratamento clínico. Para fazê-la de maneira assertiva, essa escolha deve estar pautada nas recomendações de sociedades científicas e associações profissionais reconhecidas na área.  Devido a limitações, o protocolo utilizou apenas referenciais teóricos e não foi implementado na prática clínica. Sendo assim, são necessários mais estudos que possam avaliar sua aplicabilidade e constante atualização, conforme novos estudos na área se desenvolverem.


IMPACTO DOS DISTÚRBIOS DE SÓDIO E POTÁSSIO SOBRE O DESFECHO CLÍNICO DE PACIENTES INTERNADOS NA UTI DE UM HOSPITAL PÚBLICO DE GOIÂNIA

  • Denise Milioli Ferreira
  • Possui graduação em Medicina pelo Hospital das Clínicas da Universidade federal de Goiás (1988), Mestrado em Medicina Tropical pelo Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (2001) e Doutorado em Ciências da Saúde pela UFG.

  • Kévin da Silva Souza
  • Graduado em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2018). Atualmente é residente de Urologia no Hospital Geral de Goiânia Dr. Alberto Rassi – HGG

  • Wesley da Costa Reis
  • Graduado em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Atualmente é residente do terceiro ano em Cirurgia Geral no Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia- HUAPA​

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

Os distúrbios hidroeletrolíticos, em especial as alterações de sódio e potássio, constituem alterações frequentes em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), especialmente naqueles que foram vítimas de trauma. O objetivo dessa pesquisa foi determinar a incidência dos distúrbios de sódio e potássio e seu impacto sobre o desfecho clínico de pacientes traumatizados, internados na UTI do Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (HUGO). O estudo foi feito através da análise de 183 prontuários que se enquadraram nos critérios de inclusão no período de janeiro a dezembro de 2017, com levantamento de dados clínicos e de valores de sódio (Na+) e potássio (K+) durante o período de internação.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Através dos resultados desse estudo, concluiu-se que distúrbios hidroeletrolíticos foram frequentes nos pacientes, em sua maioria, homens, idosos, vítimas de traumatismo cranioencefálico por queda da própria altura. A pesquisa evidenciou que 42,1% dos pacientes desenvolveram hiponatremia (diminuição dos índices de sódio) leve à moderada e 14,2% apresentaram hiponatremia grave, enquanto a hipernatremia (aumento dos índices de sódio) constatada em 51,9% em níveis leves a moderados e 33,3% em níveis graves. Já a hipocalemia (diminuição dos níveis de potássio) foi observada em 61,7% dos indivíduos em níveis leves a moderados e 13,1% em níveis graves, enquanto 35.5% desenvolveram hipercalemia (aumento dos índices de potássio) leve à moderada e 21,9% atingiram hipercalemia severa. Esses distúrbios podem se associar a um desfecho clínico desfavorável nesse grupo de pacientes. A análise dos dados mostra a importância do investimento em prevenção do trauma, especialmente em ações visando à prevenção da queda em idosos. Além disso, a importância dos distúrbios hidroeletrolíticos no trauma torna-se evidente, mostrando a necessidade de novos estudos que busquem definir a melhor abordagem desses distúrbios no contexto do trauma e também analisar fatores que contribuam para a sua ocorrência.


OS ASPECTOS EMOCIONAIS DO LESADO MEDULAR FRENTE AO SEU DIAGNÓSTICO

  • Cristiane Soto Machado
  • Mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás. Coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Funcional e Reabilitação do Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (2021). Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás (2011). Possui Residência Multiprofissional em Saúde - Terapia Intensiva - Hospital das Clínicas UFG (2015). Especialista em Psicologia do Trânsito (2017). Especialista em Neuropsicologia (2019). Preceptora da Residência Multiprofissional do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (2019). Tutora da Psicologia e Vice-Coordenadora da COREMU/CRER 2020

  • Fernanda Guedes Afiune
  • Possui graduação em Psicologia pela Universidade Católica de Goiás (2006). Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Goiás. Especialista em Psicologia Hospitalar pelo Hospital do Coração- Associação do Sanatório Sírio em São Paulo-SP.Especialista em Neuropsicologia pelo Instituto de Doenças Neurológicas de São Paulo. Atua como Avaliação Neuropsicológica e Reabilitação Cognitiva. Professora e supervisora de cursos de especialização em Avaliação Neuropsicologica e Reabilitação Cognitiva. Preceptora da Residencia Multiprofissional do CRER ( Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo) em Goiânia- Goiás. 

  • Letícia Goulart Cruz
  • Possui graduação em Psicologia com ênfase em Psicologia da Saúde e Hospitalar pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2016/2). Residência multiprofissional em psicologia - Saúde Funcional e Reabilitação (2019-2021) pela SES-GO no Centro de Reabilitação e Readaptação Henrique Santillo (CRER). Atualmente é Psicóloga no Hospital Israelita Albert Einstein - Unidade Goiânia.

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

Trabalho completo

O que foi feito nessa pesquisa?

A Lesão Medular (LM) é uma condição que afeta homens e mulheres, podendo ser traumática (maior incidência relacionados a acidentes automobilísticos, ferimentos por armas de fogo, mergulho em águas rasas, acidentes esportivos e quedas). Já as causas das lesões não traumáticas podem estar relacionadas a tumores, infecções, alterações vasculares, malformações e processos degenerativos ou compressivos. É uma lesão muito grave e incapacitante. O objetivo dessa pesquisa foi compreender determinadas alterações emocionais para o indivíduo após receber esse diagnóstico.  Os participantes selecionados para participar do estudo foram 10 pacientes que passaram pelo Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER) e que atualmente estão, ou já estiveram, em acompanhamento ambulatorial. Os resultados dessa pesquisa revelaram as seguintes categorias relacionadas à lesão medular: humor (subcategoria: irritabilidade), autoestima, tristeza, esperança, reação ao diagnóstico, coping (subcategoria: dificuldade de aceitação do diagnóstico, adaptação e espiritualidade) e dependência do outro.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

A importância das contribuições deste estudo vem no sentido de demonstrar a existência de sintomas depressivos a partir da LM. Dentro da população pesquisada, os participantes conseguiram desenvolver estratégias de enfrentamento funcionais e adaptativas, sendo a sintomatologia, em sua maioria, reativa.

Sendo assim, supõe-se que a pesquisa poderá ser associada à intervenção, de tal forma que os aspectos emocionais no lesado medular sejam validados e respeitados no processo de cuidar e que as devidas orientações sejam repassadas de forma assertiva tanto para o paciente quanto para o cuidador. Ressalta-se, ainda, a importância do atendimento psicológico frente à LM como forma de otimizar recursos de enfrentamento funcionais e resiliência. Assim como investigação científica acerca do impacto do suporte psicológico ofertado a pacientes com LM. Devemos ressaltar ainda a necessidade de futuros estudos que ampliem o conhecimento acerca das manifestações psíquicas e comportamentais oriundas de uma LM, haja vista que tais aprofundamentos podem impactar de forma positiva na assistência ofertada e criações ou fortalecimento de políticas públicas que enfatizem aspectos emocionais e lesão medular.


SÍFILIS MATERNA NO ESTADO DE GOIÁS: ANÁLISE DE SÉRIE HISTÓRICA DE 2007 A 2017

  • Iana Mundim de Oliveira
  • Mestra em Ciências da Saúde pela FM/UFG (2020), especialista em Enfermagem Obstétrica (2019) e em Assistência à Saúde Materno-Infantil- modalidade residência multiprofissional (2015) pela Universidade Federal de Goiás. Atualmente é Enfermeira na Unidade Materno-infantil do HC-UFG.

  • Rívert Paulo Braga Oliveira
  • Doutor em Estatística, concentração em Probabilidade e Estatística, pela Universidade Federal de Minas Gerais (2015). Mestre em Engenharia de Produção concentração em produção e logística pela Universidade Federal de Minas Gerais (2011). Possui Graduação em Estatística pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008).

  • Rosane Ribeiro Figueiredo Alves
  • Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia (1982). Mestrado em Medicina Tropical pela Universidade Federal de Goiás (2003) e Doutorado em Medicina Tropical pela Universidade Federal de Goiás (2006). Atualmente é Professora Adjunta do Departamento de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Goiás e Coordenadora do Curso de Medicina da Universidade Federal de Goiás​.

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema Pallidum. A sífilis materna é considerada um importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo, responsável por elevados índices de morbimortalidade intrauterina e pós-natal (nas primeiras seis semanas após o parto). Essa pesquisa teve como objetivo, analisar a incidência, aspectos clínicos e laboratoriais da sífilis materna, no estado de Goiás, entre 2007 e 2017. A população deste estudo foi composta por casos de mulheres residentes no estado de Goiás que foram notificadas com sífilis durante a gravidez entre o período mencionado acima, com registro no Sistema de Agravos de Notificação (SINAN). O estudo foi conduzido a partir de dados provenientes de fichas de notificação compulsória da sífilis na gestação. Tais informações foram disponibilizadas pela Superintendência de Atenção Integral à Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás.

Através dos resultados obtidos podemos destacar que entre os anos de 2007 a 2017 foram registrados 7.774 casos de sífilis materna em Goiás. A idade das gestantes com sífilis variou entre 12 e 49 anos. A incidência foi maior no segundo trimestre da gestação, naquelas com menor nível de escolaridade e de cor parda, e a forma clínica mais frequente foi a primária. A taxa de incidência anual da sífilis na gestação variou entre 2,9 e 15,6 casos por mil nascidos vivos, com crescimento médio anual de 1,21 casos ao ano de 2007 a 2017.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

A sífilis tem grande importância clínica quando diagnosticada durante o período gestacional, em função de suas graves repercussões e desfechos adversos que pode acarretar à gestação. Estes desfechos incluem abortamento, parto prematuro, óbito fetal ou neonatal, maior número de internações hospitalares, entre outros. Nas últimas décadas nota-se um aumento no número de casos em Goiás, o que demanda estudos epidemiológicos sobre o comportamento da doença em mulheres grávidas. Acredita-se que os dados obtidos por este estudo podem ser úteis para manter ou redirecionar políticas de saúde pública de combate à sífilis na gestação e sífilis congênita. Considerando a possível melhoria do processo de notificação com o passar dos anos, e consequente diminuição da subnotificação, acredita-se que a recondução deste estudo no futuro demonstre de forma mais fidedigna o aumento da sífilis na gestação no estado. Além disso, sugere-se que, em estudos futuros, possa ser averiguada, simultaneamente, a evolução espaço-temporal da doença. Não podemos deixar de destacar que a constante melhoria dos serviços de atendimento pré-natal, contribuem para diagnóstico precoce e monitoramento da doença.


AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PÓS-COVID-19 PARA A ATENÇÃO PRIMÁRIA DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE GOIÁS

  • Ellen Synthia Fernandes de Oliveira
  • Possui graduação em Ciências Biológicas, modalidade médica, pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Mestrado em Biologia pela Universidade Federal de Goiás. Doutorado em Patologia Molecular e Saúde pela Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília. Pós-doutorado em Saúde Coletiva pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, e Pós-doutorado em Educação pela Universidade de Aveiro-Portugal. Atualmente é professora associada da UFG, do Instituto de Ciências Biológicas, docente do Programa de Pós-Graduação, Mestrado Profissional em Saúde Coletiva da UFG.

  • Haline Rachel Lino Gomes
  • Fisioterapeuta pela Universidade Estadual de Goiás (2010). Mestranda em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Especialista em Fisioterapia Neurofuncional pelo Centro de Desenvolvimento Científico em Saúde (2012). Atualmente atua como Gerente de Tecnologias Educacionais da Superintendência da Escola de Saúde de Goiás.

  • Luciana Vieira Tavernard de Oliveira
  • Doutorado em Ciências e Tecnologias em Saúde pela Universidade de Brasília, com período sanduíche na University of Toronto (2016). Mestrado em Ciências Médicas pela Universidade de Brasília (2009). Especialização em Fisioterapia Respiratória pela Universidade de Brasília (2004). Especialização em Gestão de Emergências no SUS pelo Instituto Sírio-Libanês (2014) e Bacharelado em Fisioterapia pela Universidade Católica de Brasília (2002). Subsecretária de Saúde, na Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO). ​

  • Rafaela Júlia Batista Veronezi
  • Pesquisadora, Doutora em Ciências Médicas pelo Departamento de Neurologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP). Fisioterapeuta pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM/MG). Possui MBA em Economia e Avaliação de Tecnologias em Saúde (HAOC/SP). É especialista em Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (UFRN/RN). Especialista em Docência Universitária. Atualmente é Gestora de Ensino e Pesquisa da Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (AGIR), em Goiânia (GO).

  • Sandro Rogério Rodrigues Batista
  • Atual Superintendente de Atenção Integral à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás. Professor Adjunto do Serviço de Medicina Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG). Possui graduação em Medicina pela UFG (2002). Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (2007). Mestrado em Ciências da Saúde pela UFG (2010). Doutorado em Ciências da Saúde pela UFG (2019). Membro do Comitê Gestor da Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde. Có-líder do Grupo Brasileiro de Estudos sobre Multimorbidade (GBEM).

  • Viviane Leonel Cassimiro Meireles
  • Possui graduação em Enfermagem pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2002).  Especialização em Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2005). Mestre em Atenção à Saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. É professora efetiva do Curso de Enfermagem da Escola de Ciências Sociais e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Atualmente ocupa o cargo de Superintendente da Escola de Saúde de Goiás.

  • Viviane Santos Mendes Carneiro
  • Mestra em Atenção à Saúde pelo Programa de Mestrado da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Especialista em Urgência e Emergência pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (2015-2017). Especialista em Gestão em Enfermagem Pela Universidade de Araraquara (2016-2017). Bacharel em Enfermagem pela Universidade Católica de Brasília (2010-2013). Atualmente ocupa o cargo de gerente da Gerência de Projetos Educacionais e Ensino em Saúde da Superintendência da Escola de Saúde de Goiás.​

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

Essa pesquisa é inédita e tem o objetivo de avaliar a contribuição do Programa de Reabilitação da SES-GO junto aos usuários da Atenção Primária com histórico de internação por COVID-19. O protocolo de intervenção proposto nesse projeto foi desenvolvido pela SES-GO por meio do Programa Reabilita Goiás. A população do estudo será composta pelo total de indivíduos residentes em Inhumas e Senador Canedo, que aderirem ao programa com histórico de internação por COVID-19, que apresentarem sequelas ou limitações provenientes da doença, e que aceitarem participar da pesquisa. O objetivo principal dessa pesquisa é responder à seguinte questão: o Programa de Reabilitação da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás para a Atenção Primária contribui com a melhora da capacidade cardiorrespiratória e funcional dos indivíduos com histórico de internação por COVID-19, que apresentam sequelas ou limitações provenientes da doença? Para tal, serão avaliadas função respiratória, força muscular e capacidade funcional dos participantes do programa. Essa pesquisa encontra-se em andamento com previsão de entrega dos resultados em setembro de 2021.


Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

A reabilitação pós-COVID-19 beneficia os serviços de saúde, ao garantir a melhora da capacidade funcional e cardiorrespiratória dos pacientes acometidos pela doença. Nesse sentido, entendemos que essa melhora da qualidade de vida dos indivíduos pode reduzir as chances de readmissão hospitalar, que é crítica no contexto da pandemia.

A avaliação do Programa de Reabilitação pós-COVID-19 da SES-GO para Atenção Primária é relevante enquanto instrumento de gestão, para análise e implantação da Rede de Atenção para essa população. Considerando a urgência sanitária causada pela pandemia da COVID-19, tal ação impacta positivamente promovendo a saúde coletiva no estado de Goiás. É imprescindível desenvolver estudos que avaliem os resultados desse programa, tanto para o meio acadêmico, quanto para subsidiar outros municípios para adesão ao Programa de Reabilitação.​


FISIOTERAPIA NA SAÚDE PÚBLICA DO ESTADO DE GOIÁS

  • Kemil Rocha Sousa
  • Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG).  Especialista em Traumato-Ortopedia e Terapia Intensiva. Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Goiás. Atua como fisioterapeuta na SES-GO e SES-DF. Docente na PUC (Pontifícia Universidade Católica de Goiás).

  • Patrícia de Sá Barros
  • Doutora em Ciências Médicas, Área de Neurologia, Sub-área Neurociência (2008); Mestre em Ciências Médicas, Área de Neurologia, Sub-área Neurociência (2004); Especialista em Fisioterapia músculo-esquelética (2002); Graduada em Fisioterapia (2001). Docente do curso de Fisioterapia, Enfermagem, Educação Física, Farmácia da FESGO (Faculdade Estácio de Sá de Goiás). Representante docente do Campus Jataí na CPA (CAVI) da Universidade Federal de Goiás. Desde junho/2012 é docente efetiva no mestrado profissional do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (NESC) da UFG.

  • Aurélio de Melo Barbosa
  •  

    Fisioterapeuta, com pós-graduação Lato Sensu em Fisioterapia Neurológica, Acupuntura, Saúde Pública e Gestão de Políticas de Saúde Informadas por Evidências. Mestre em Ciências Ambientais e Saúde. Professor da graduação em Fisioterapia da Universidade Estadual de Goiás, em Goiânia, desde 2004. Também atua com ATS (Avaliação de Tecnologias em Saúde), elaborando revisões rápidas de evidências e estudos de impacto orçamentário na SES-GO​.

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

O objetivo desse estudo foi caracterizar a Fisioterapia na saúde pública do Estado de Goiás a partir do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) .Os dados obtidos através do CNES foram relacionados aos fisioterapeutas que atendem ao SUS em Goiás e  analisados quanto à especialidade, município e estabelecimento de trabalho, carga horária, vinculação e tipo de contrato, tipo de estabelecimento, número de fisioterapeutas, esfera administrativa, macrorregião e município de localização.  Como os principais resultados dessa pesquisa podemos destacar queno CNES, Estado de Goiás, referência julho de 2019, foram encontrados 2.187 registros de fisioterapeutas prestando serviços. Em relação aos estabelecimentos de assistência à saúde que atendem ao SUS, foram detectados 1.673 fisioterapeutas em 2.436 postos de trabalho, sendo 801 (32,9%) vinculados à atenção básica e 1.635 (67,1%) atenção especializada à saúde (ambulatoriais e hospitais). Em geral, a carga horária semanal de trabalho do fisioterapeuta foi de 38 horas. Apenas 74 municípios (30,1%) tinham NPCAF (Número de pessoas cobertas por assistência fisioterapêutica considerado adequado). Nenhuma das regiões e macrorregiões de saúde apresenta uma cobertura assistencial de fisioterapia considerada adequada.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

O fisioterapeuta é um dos profissionais mais importantes dentro dos serviços de saúde e a oferta deste serviço deve ser valorizada para a atenção integral à saúde. No entanto, observamos que ainda há muito a ser trabalhado nesse sentido no Estado de Goiás e no Brasil. Esse estudo comprovou que grande parte dos fisioterapeutas exercem sua função com sobrecarga de trabalho, devido a alta demanda de pacientes e a baixa oferta de profissionais pelo SUS. Medidas urgentes precisam ser tomadas, sendo necessário que a sociedade se organize e cobre das autoridades competentes a contratação de um maior número de fisioterapeutas, para que assim, esses profissionais possam desenvolver amplamente suas atribuições, oferecendo uma melhor qualidade de vida e uma assistência com cuidados integral aos usuários do SUS.​


AVALIAÇÃO DE DIFERENTES FARMACOTERAPIAS UTILIZADAS PARA COVID-19

  • João Paulo Araújo Ferreira
  • Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Goiás (2019/1.) Especialização em Atenção Farmacêutica pela Faculdade Unyleya.) ​


  • Maysa Aparecida de Oliveira
  • Graduada em Farmácia (1996) com Habilitação em Farmácia Industrial (1999) pela Universidade Federal de Goiás. Especialização em Farmacologia (2002) pela Universidade Federal de Goiás. Mestrado em Química (2007) e Doutorado em Ciências da Saúde (2013) pela Universidade Federal de Goiás.

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

 Esse estudo está sendo conduzido no Hospital de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT/HAA) com pacientes ambulatoriais e internados diagnosticados com SARS-CoV-2 e tem por objetivo descrever o perfil epidemiológico dos pacientes ambulatoriais, internados em enfermarias e em unidade de terapia intensiva (UTI) acometidos pelo SARS-CoV-2, comparar as diferentes farmacoterapias utilizadas no estudo com a farmacoterapia preconizada por um possível Protocolo de Tratamento da COVID-19 estabelecido pelo MS e avaliar os efeitos adversos e interações medicamentosas das farmacoterapias utilizadas no tratamento de pacientes acometidos pelo SARS-CoV-2. O presente estudo encontra-se em andamento. A coleta de dados  começou  a ser realizada  em  outubro de 2020  e se encerrará no final de abril de 2021.  A data prevista para a entrega dos resultados  será em março de 2022.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Pesquisadores, cientistas e profissionais da saúde no mundo todo têm focado sua energia e recursos em busca de uma reposta rápida para a pandemia causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Além do desenvolvimento de vacinas, a pesquisa global busca estabelecer tratamentos eficientes e seguros para a Covid-19.  Realizar estudos e análises dos medicamentos contribui muito para detectar reações adversas, ineficácia do tratamento, efeitos colaterais, bem como a má utilização dos mesmos, o que possibilitaria a realização de intervenções adequadas e oportunas. Estudos como esses, são muito importantes para ajudar os profissionais de saúde a traçarem novos planos de tratamento medicamentoso para pacientes acometidos pela Covid 19, que sejam cada vez mais seguros e eficazes, contribuindo assim para minimizar complicações e para a redução de óbitos causados pelo (Sars-CoV-2).


PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES HEMOFÍLICOS DO ESTADO DE GOIÁS

  • Camila Martins Ribeiro
  • Graduada em Enfermagem pela Universidade de Rio Verde (Janeiro de 2021) ​


  • Adriele Viana Resende
  • Enfermeira, Mestranda em Ensino na Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, Especialista em Unidade de Terapia Intensiva pelo CEEN PUC GO ( 2013)  . Coordenadora do Núcleo de TCC e docente da Faculdade de Enfermagem da Universidade de Rio Verde

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa? 

A hemofilia é um distúrbio genético ocasionado pela deficiência na coagulação do sangue. A pesquisa avaliou o perfil epidemiológico dos pacientes hemofílicos do Estado de Goiás através da análise de dados dos prontuários dos pacientes cadastrados e acompanhados no HEMOGO - Hemocentro de Goiás Professor Nion Albernaz, em Goiânia-Goiás durante os meses de março e abril de 2020. Participaram da pesquisa todos os pacientes cadastrados até fevereiro de 2020 com o diagnóstico de hemofilia, com faixa etária de 0 a 95 anos. Os dados coletados por meio de análise dos prontuários com o auxílio de um instrumento validado para essa finalidade com informações como: raça, idade, sexo e localidade do domicílio dos pacientes; e da identificação da gravidade da hemofilia, faixa etária do diagnóstico e tipo sanguíneo.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Diante dos resultados encontrados neste estudo, é possível concluir que o perfil epidemiológico dos pacientes hemofílicos do Estado de Goiás, consiste em: brancos, com faixa etária de 20-29 anos, sexo masculino, residentes principalmente na região Central de Goiás. Alguns hemofílicos atendidos pelo HEMOGO localizam-se em outros Estados, como Mato Grosso, Pará, Tocantins, Bahia e Minas Gerais. Prevaleceram os portadores de hemofilia A , sendo diagnosticados com idade superior a 30 anos e predomínio do tipo sanguíneo O+ . A hemofilia é considerada uma doença crônica, de alto custo financeiro, principalmente para o SUS e de grande impacto na vida do indivíduo e sua família salientando assim a necessidade da realização de outros estudos acerca dessa temática, a importância da capacitação e educação continuada para os profissionais que atuam na área e alimentam o sistema de informações, a divulgação sobre a hemofilia e  a conscientização da população a fim de diagnosticar os pacientes precocemente e também orientar a respeito dos distúrbios da coagulação sanguínea.


Mapeamento do perfil dos usuários do Programa de Atenção Integral ao Louco Infrator/PAILI entre 2006 e 2014.

  • Karen Michel Esber
  • Graduada em Psicologia pela Universidade Católica de Goiás (2000), especialista em Psicologia Jurídica (2003), especialista em Terapia de Famílias e Casais (2005) com curso de formação em Terapia Sexual de Casais (2005), mestre em Psicologia Social pela Universidade Católica de Goiás (2008) e doutora em sociologia pela Universidade Federal de Goiás (2016). Atualmente é coordenadora de pesquisa na Superintendência da Escola de Saúde de Goiás.

    Trabalho completo

  • Maria Aparecida Diniz
  • Psicóloga, Especialista em Gerontologia e Saúde do Idoso pela Universidade Federal de Goiás. Perita Examinadora do Trânsito. Professora da Prática da Avaliação Psicológica do Curso de Extensão de Perito Examinador do Trânsito/IPES. Professora do Curso de Especialização em  Psicologia do Trânsito. Funcionária Pública Estadual Aposentada/Secretaria de Estado da Saúde – Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde - Gerência de Saúde Mental – Ex Coordenadora e idealizadora do Programa de Atenção Integral ao Louco Infrator - PAILI.

  • Carlene Borges Soares
  • Terapeuta Ocupacional aposentada da  Secretaria  de Estado da Saúde de Goiás  e Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia . Especialistas em Saúde  Publica pela UNAERP, e Mestre em Psicologia Social pela PUC Goiás. Ex coordenadora do PAILI. 

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa? 

 O Programa de Atenção Integral ao Louco Infrator (PAILI) foi criado em 2006 trazendo a inovação e humanização com um modelo assistencial de natureza comunitária, não manicomial e não prisional às pessoas com transtornos mentais que praticaram crimes. É parte constituinte da política pública de saúde mental goiana, pois está institucionalmente vinculado à Gerência de Saúde Mental/ Superintendência de Saúde Mental e Populações Específicas/ Secretaria de Estado da Saúde de Goiás. Nessa pesquisa foi realizado o primeiro levantamento científico sistematizado sobre o perfil psicossocial dos usuários encaminhados ao PAILI, entre outubro de 2006 a janeiro de 2014, por meio de pesquisa documental em seus prontuários institucionais. Como resultado desse estudo, três perfis puderam ser delineados: O primeiro foi nomeado perfil socioeducacional e familiar dos usuários do PAILI, no qual foram analisados os dados relacionados ao sexo, idade, escolaridade, estado civil, número de filhos, acolhimento dos usuários pela família após encaminhamento ao Programa, dentre outros. O segundo foi intitulado perfil clínico e criminal dos usuários do PAILI e foram avaliados temas como: diagnóstico categorizado, tipo de crime, primeiro encaminhamento realizado pelo PAILI, uso de drogas ao tempo do crime e reincidência. O terceiro foi denominado perfil das vítimas dos usuários do PAILI, no qual foram analisadas categorias como: idade das vítimas, número de vítimas, proximidade entre o usuário do PAILI e suas vítimas. ​

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

A relevância desse estudo está na possibilidade de aprimoramento das ações assistenciais de cuidado aos usuários do PAILI e às suas famílias, das rotinas institucionais cotidianas e de gestão do Programa. Além disso, este estudo pretende contribuir para a redução do preconceito contra pessoas com transtornos mentais que cometeram crimes, na medida em que o perfil psicossocial realizado permite a aproximação de um retrato mais real sobre esses personagens estigmatizados e desconhecidos. Essa pesquisa ainda permite uma ampliação da produção científica nacional especializada, ainda escassa no Brasil, sendo de muita importância, considerando que os estudos internacionais não refletem a realidade brasileira.  A pesquisa visou à humanização do campo das políticas públicas brasileiras relacionadas às pessoas com transtornos mentais.


ANÁLISE RETROSPECTIVA E PROSPECTIVA A CERCA DOS ÓBITOS NO CENTRO CIRÚRGICO DO HOSPITAL DE URGÊNCIAS DE GOIÂNIA (HUGO)

  •  

    Laís de Souza Meireles

    Graduada em medicina pela Universidade Federal do Tocantins (UFT). Residência em Anestesiologia pelo Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO).

  •  

    Ferdinando Finger da Silva
    Possui Graduação em Medicina pelo Centro Universitário São Lucas de Porto Velho- RO (2015). Residência em Anestesiologia pelo Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO). Pós- Graduação em tratamento de dor pela APM-Academia de Cursos Médicos em Goiânia-GO.

  •  

    Luis Flávio França Vinhosa Muniz

    Graduação em Medicina pela Universidade de Vassouras (2003). Especialização em Anestesiologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Pós Graduação em Terapia Intensiva/ AMIB e Fellow em anestesia regional pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). 

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

O setor mais complexo de um hospital sem dúvida é o centro cirúrgico e esse ambiente se constitui num dos mais propícios para a ocorrência de eventos adversos devido à diversidade de procedimentos cirúrgicos e a intensa circulação de profissionais das mais variadas áreas. Esse estudo analisou as causas dos óbitos, os diagnósticos de entrada, sexo, raça e idade acerca dos óbitos que ocorreram nos centros cirúrgicos do Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO) ocorridos no período de janeiro de 2016 a dezembro de 2019. Constatou-se que (46,0%) tiveram como causas de mortes os choques hipovolêmicos, também chamado de choque hemorrágico, acontece quando o paciente perde uma quantidade exorbitante de sangue e líquidos corporais, os traumatismos cranioencefálicos, acidentes vasculares cerebrais-AVCs, e choques sépticos. Ao analisar os dados sociodemográficos, verificou-se a predominância de indivíduos de raça ou cor parda (76,0%), na faixa etária entre 21 a 40 anos (33,9%) e do sexo masculino (65,0%). A pesquisa mostrou também que, dos pacientes que deram entrada no centro cirúrgico no período de 2016 a 2019 e vieram a óbito, 53,4% foram por fatores exógenos (acidentes de trânsito, quedas, agressões físicas, intoxicação, enforcamento, ingestão de soda cáustica, abdome agudo perfurativo). Os pacientes com doenças caracteristicamente endógenas representaram 33,9% (AVCs, abdome agudo inflamatório e obstrutivo, aneurismas, isquemias, tromboses, gangrena, hemorragias).


Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Esse estudo tem bastante relevância, pois através da análise dos prontuários realizada, foi possível identificar as principais causas de óbito que ocorrem em um centro cirúrgico e a partir dessas informações, traçar estratégias para reduzir esses índices. Ações como: o treinamento das equipes, agilidade no atendimento desde a cena do trauma até a cirurgia propriamente dita, cursos de atualização e capacitação para os profissionais de saúde, fornecimento contínuo de medicações e materiais são extremamente importantes e necessárias para prestação de um serviço de qualidade. Os resultados dessa pesquisa poderão ser utilizados pela administração Estadual e Municipal no sentido de concentrarem esforços para a disponibilização de serviços de assistência à saúde cada vez mais estruturados e eficientes.


PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA EM DOENTES RENAIS CRÔNICOS HOSPITALIZADOS

  • Coordenadora e pesquisadora: Profa Ma. Luciele Boschetti Vinhal

    Graduada em Fisioterapia pela Universidade Guarulhos- S.P (2000), Mestre profissional em Ciências e Tecnologia (S.P- 2012), Especialista em Fisioterapia em UTI pelo Hospital Santa Cruz em São Paulo - SOBRATI (2001) e Especialista pela ESEFFEGO-UEG em Análises Terapêuticas do Movimento aplicada á Fisioterapia (2003). Atualmente é Docente da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GOIÁS).

  • Pesquisadora: Profa Dra. Elizabeth Rodrigues de Moraes

    Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (2001). Especialista profissional em Fisioterapia Respiratória (ASSOBRAFIR),Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Doutora em Ciências da Saúde (UFG). É docente do Curso de Fisioterapia da PUC GOIÁS e da Universidade Estadual de Goiás- UEG.

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

A doença renal crônica (DRC) assumiu, nos últimos anos, o status de problema de saúde pública devido à elevação de número de casos entre a população mundial. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), no ano de 2013, cerca de 10 milhões de pessoas possuíam algum tipo de disfunção renal.  O objetivo principal dessa pesquisa foi determinar o perfil epidemiológico, o nível de conhecimento sobre a doença e a qualidade de vida em pacientes com doença renal crônica submetido à hemodiálise no Hospital Estadual de Urgências da Região Noroeste de Goiânia Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL). Após a análise dos resultados, foi observado que os participantes da pesquisa são na maioria idosos, do sexo masculino, com baixo nível de escolaridade e nível socioeconômico, as doenças associadas mais comuns foram : hipertensão arterial sistêmica e diabetes e os principais sinais e sintomas relatados foram o cansaço e anemia. Apresentaram também, qualidade de vida muito comprometida, sobretudo nos aspectos físicos e emocionais e demostraram baixo conhecimento sobre a doença.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Apesar dos avanços do tratamento dialítico (hemodiálise e diálise peritoneal) para aumentar a expectativa de vida dos pacientes com doença renal, o impacto negativo da doença e do tratamento afeta a percepção dos pacientes em relação à saúde relacionada à qualidade de vida e consequentemente a doença renal passa a interferir ativamente na saúde física e mental, na funcionalidade, na independência, no bem-estar geral e no convívio social, limitando a capacidade de trabalho e as atividades de vida diária. Essa pesquisa tem uma grande importância no âmbito da saúde da população, pois, através do levantamento de dados relacionados à qualidade de vida destes pacientes e o perfil epidemiológico, foi possível identificar os principais pontos acometidos e dessa forma traçar objetivos que favoreçam a prática clínica, beneficiando os pacientes de forma direta. É essencial este tipo de pesquisa para que a assistência à saúde possa ser prestada de forma mais eficaz, direcionando tanto o tratamento quanto as medidas de prevenção de agravos à saúde e à qualidade de vida, melhorando assim a qualidade da assistência prestada.​


CAPTAÇÃO E COLETA DE PLASMA CONVALESCENTE EM PORTADORES DA COVID-19​

  •  

    Marcelo Fouad Rabahi

    Professor Titular de Pneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), Coordenador de Pesquisa da FMUFG. Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), Mestrado em Medicina Tropical pelo Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) da UFG (2001) e Doutorado em Medicina (Pneumologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007).
     

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

O objetivo desse estudo é avaliar a captação e coleta de plasma de doadores convalescentes após a infecção pelo SARSCoV2 (Covid-19) para ser posteriormente introduzido em pacientes com a forma grave da doença. No momento não existem vacinas ou um tratamento disponível eficaz comprovado. Quando uma pessoa contrai um vírus como o COVID-19, seu sistema imunológico cria anticorpos para combater o vírus. Esses anticorpos são encontrados no plasma, que é a parte líquida do sangue. Neste contexto, o plasma convalescente obtido de pacientes curados pode ser uma opção para o tratamento, fornecendo imunidade imediata a pessoas suscetíveis. Esse procedimento consiste na transfusão do plasma de sangue (a parte líquida dele) de um paciente curado para um indivíduo infectado. Alguns estudos sugerem que o uso de plasma de convalescentes diminui o tempo de hospitalização, além de favorecer também uma menor taxa de mortalidade, podendo então ser uma alternativa de tratamento para melhorar o prognóstico de pacientes graves. Trata-se de um estudo em andamento com coleta de dados na primeira fase no HEMOGO (Hemocentro de Goiás) e na segunda fase está sendo conduzido nos Hospitais HCAMP, HGG, HUGOL e HDT, com previsão para a divulgação dos resultados finais em dezembro de 2020.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Pesquisadores do mundo inteiro trabalham para encontrar a cura da Covid-19 ou maneiras de se tratar essa doença com maior eficácia. Através desse estudo poderá ser testado a eficácia do tratamento utilizando o plasma convalescente, já que os resultados obtidos permitirão uma avaliação da resposta que um paciente apresentou após ser submetido ao tratamento e se houveram realmente melhores respostas clínicas comparado a um paciente que não recebeu o plasma convalescente. Pesquisas como essa, trazem esperança para a diminuição da taxa de mortalidade dessa doença que já matou mais de 13 mil pessoas no Brasil e mais de 5 mil em Goiás.


ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DE PACIENTES INTERNADOS COM SUSPEITA DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE POR SARS-COV-2 EM GOIÁS, EM 2020: UM ESTUDO DE COORTE

  •  

    Moara Alves Santa Barbara Borges

    Residência Médica em Infectologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Mestrado em Ciências da Saúde. Profa. Efetiva do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás (IPTSP/UFG). Médica infectologista do Hospital das Clínicas UFG/EBSERH.​


  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

Essa pesquisa tem o objetivo de analisar como se manifestam os sintomas, quais complicações podem aparecer e como é a reação ao tratamento em pacientes internados com suspeita de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por SARS-Cov2 (COVID-19). Estima-se que 600 pacientes preencherão os critérios de inclusão para participarem dessa pesquisa. Trata-se de uma pesquisa que se encontra em andamento com previsão de divulgação dos resultados finais em maio de 2021. O estudo será conduzido em hospitais públicos, conveniados e privados, equipados para o atendimento dos casos suspeitos de Covid-19. No Estado de Goiás os pacientes serão avaliados durante toda a internação, através de dados como: fichas de notificação, registros de prontuários, exames de imagem e resultados de exames laboratoriais. A coleta de dados será realizada por médicos e/ou outros profissionais de saúde. Será criado um banco de dados eletrônico com todas estas informações bem como a resposta do paciente ao tratamento.  Será avaliado o tempo desde o início dos sintomas até a ocorrência de uma complicação mais grave, como a internação em uma Unidade de Terapia Intensiva- UTI ou o desfecho final ou seja, a morte.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Frente a uma pandemia como a que estamos enfrentando, existe uma necessidade inadiável de gerar conhecimento científico, de modo rápido e ético para enfrentar essa ameaça mundial. Existem muitas lacunas no conhecimento das diferentes fases da doença, das estratégias de manejo terapêutico e de medidas de proteção para a comunidade e para equipe de saúde. Entre os benefícios dessa pesquisa destacamos que o estudo contribuirá para a padronização de instrumento de coleta de dados, permitindo comparar aspectos clínicos e evolução de pacientes em diferentes cenários no Brasil e poderá ajudar a melhorar a assistência aos pacientes, redução de letalidade, como também, na elaboração de diretrizes de políticas públicas e guias de manejo hospitalar, no contexto atual e para as próximas estações críticas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).​


ABORDAGEM MULTIPROFISSIONAL PARA PACIENTE ACOMETIDO POR PÊNFIGO VULGAR

  •  

    Maikiane Aparecida Nascimento

    Residente do Programa de Residência na Área Profissional da Saúde modalidade Multiprofissional da Secretaria do Estado de Goiás. Licenciada em Ciências Biomédicas / Ciências Laboratoriais Biomédicas / Bacharel em Ciências / Bacharel em Biomedicina (2018) pela Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE).​


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    Trabalho completo

Participantes da pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

O pênfigo vulgar é uma doença de pele autoimune que causa um funcionamento inadequado do sistema imunológico (sistema de defesa), levando o corpo a atacar os seus próprios tecidos causando incapacidades funcionais e deformidades estéticas. É uma doença rara, que acomete principalmente indivíduos na fase adulta. O objetivo dessa pesquisa foi relatar um caso de pênfigo vulgar e a atuação multiprofissional nos cuidados com o paciente. Trata-se de um estudo de um paciente atendido em hospital de referência para pênfigo vulgar.  O paciente chegou ao hospital apresentando lesões em todo o corpo. Após avaliação clínica (sinais e sintomas do paciente), exames laboratoriais e exame histológico (exame que faz uma análise microscópica dos tecidos) concluiu-se que se tratava de pênfigo vulgar. Durante o curso da internação o paciente apresentou várias infecções e foi submetido ao uso de diversos medicamentos. Ao final de 78 dias de internação apresentou complicações evoluindo para o óbito.​

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Através desse estudo chegamos à conclusão que o diagnóstico precoce e o início do tratamento rápido retardam a evolução da doença melhorando o aspecto das lesões o que diminui o tempo de internação, o risco da ocorrência de infecções, os impactos nos aspectos emocionais, além de maior adesão ao tratamento por parte do paciente. Fica evidente que a atuação da equipe multiprofissional, contribui na resolução dos desafios referente à doença, tais como: melhoria nos aspectos físicos, emocionais, nutricionais e segurança do paciente. Foi uma pesquisa de muita relevância, os profissionais que a realizaram esperam que através dela, a população tenha um conhecimento prévio da doença, procurando assistência hospitalar logo que apresentar os primeiros sintomas. Além disso, espera-se que a pesquisa contribua para que o paciente portador dessa doença tenha acesso a uma equipe multiprofissional qualificada e capacitada em identificar precocemente a doença, tal como, escolher as melhores ferramentas de diagnóstico e decidir o plano terapêutico mais adequado ao tratamento.​


EFICÁCIA, SEGURANÇA E CUSTO-EFETIVIDADE DE PIRFENIDONA OU NINTEDANIBE PARA FIBROSE PULMONAR IDIOPÁTICA: REVISÃO RÁPIDA DE EVIDÊNCIAS

  • Aurélio de Melo Barbosa
    Fisioterapeuta, mestre, sanitarista, docente na Universidade Estadual de Goiás (UEG) e na Escola de Saúde de Goiás - SES/GO.

  • Dr. Rafael Gonçalves Portela
    Médico, cirurgião oncologista e mastologista, analista técnico na Escola de Saúde de Goiás /SES-GO

  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

     

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O que foi feito nessa pesquisa?

A Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI) é uma doença pulmonar crônica, grave, degenerativa, que destrói os pulmões e provoca progressiva falta de ar, a tal ponto que a pessoa chega a necessitar de "respiração artificial" e morre. A sobrevivência após o começo da doença é de 3 a 4 anos, em média. Na maioria dos casos, ocorre em adultos de meia idade e idosos (40-70 anos). Os medicamentos Pirfenidona e Nintedanibe são medicamentos de uso recente no tratamento da FPI, que visam melhorar a qualidade de vida, reduzir a progressão da falta de ar e aumentar a sobrevida do paciente. Esta pesquisa é uma revisão rápida de evidências, que resume as pesquisas realizadas com seres humanos e análises econômicas sobre os benefícios e custos de Pirfenidona e Nintedanibe no tratamento de FPI. Nessa pesquisa foi realizada também, uma projeção de gastos anuais de aquisição de Pirfenidona e Nintedanibe, caso eles sejam usados no SUS em Goiás.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Atualmente, os tratamentos disponíveis no SUS  para tratar  a Fibrose Pulmonar Idiopática  são todos paliativos ,ou seja, nenhum desses tratamentos cura, apenas melhoram a qualidade de vida dos pacientes. Ambos os medicamentos ainda não foram incorporados ao SUS. Tanto Pirfenindona, quanto Nintedanibe, foram avaliados pela CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) e tiveram parecer negativo, com deliberação pela não incorporação à RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais). Os resultados desse estudo mostram que os custos com esse medicamento são muito elevados e os benefícios muito pequenos comparados aos cuidados paliativos já oferecidos pelo SUS.​


A PERCEPÇÃO DO FONOAUDIÓLOGO NO ATENDIMENTO AO USUÁRIO COM COVID-19

  •  

    Fernanda Cardoso de Oliveira Araújo

    Fonoaudióloga, Residente no Hospital Estadual Geral de Goiânia Dr. Alberto Rassi - HGG, pelo Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Clínica Especializada em Endocrinologia.

     


  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?
 
A COVID-19, doença causada pelo vírus SARS-COV 2, foi caracterizada pela Organização Mundial da Saúde como pandemia, no dia 11 de março de 2020 . É responsável por causar síndromes respiratórias de graus leves à grave. A atuação fonoaudiológica nos indivíduos infectados, em ambiente hospitalar, contribui para a minimização de complicações futuras, visto que, pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva podem apresentar distúrbios de respiração e deglutição. O objetivo principal da pesquisa é verificar a percepção do fonoaudiólogo em relação ao atendimento de usuários diagnosticados com COVID-19, no Brasil. Para este estudo epidemiológico de base populacional, o método escolhido para a obtenção dos dados foi o preenchimento de um Formulário Digital Específico, que pretende alcançar um número estimado de 420 fonoaudiólogos. Essa pesquisa encontra-se em andamento, com previsão para a divulgação dos resultados finais em fevereiro de 2021.
 
Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

Espera-se que, com os resultados obtidos através dessa pesquisa, seja possível melhorar a assistência fonoaudiológica aos usuários diagnosticados com COVID-19. Será possível também repensar no diagnóstico fonoaudiológico, condutas e terapias, pois, as experiências descritas no formulário pelos profissionais, contribuirão para nortear uma padronização do atendimento a esses pacientes acometidos pela COVID-19, no âmbito de pronto socorro, ambulatório ou UTI. Essa pesquisa contribui na ampliação das discussões com as demais áreas da saúde, sobre a intervenção nesses casos clínicos, auxiliando no processo de recuperação e proporcionando melhor qualidade de vida ao paciente.


CONHECIMENTO E SUBJETIVIDADES: A [RE]CONSTRUÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE NO PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE, NO ESTADO DE GOIÁS

  •  

    Fernanda Ramos Parreira

    Doutora em Sociologia pela Universidade Federal de Goiás (2019), Mestra em Ciência Política pela Universidade Federal de Goiás (2014), Especialista em Docência Universitária pela Universidade Estadual de Goiás (2010), graduada em Educação Física (Licenciatura Plena) pela Universidade Estadual de Goiás (2007), graduada em Ciências Sociais, habilitação em Políticas Públicas, pela Universidade Federal de Goiás (2016).

    Trabalho completo


  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?
 
No ano de 2011, no Brasil, foi instituído, no âmbito do Sistema Único de Saúde o Programa Academia da Saúde (PAS), cujo objetivo é contribuir para a promoção da saúde da população a partir da implantação de polos com infraestrutura, equipamentos e quadro de pessoal qualificado para a orientação de práticas corporais e atividades físicas e de lazer e modos de vida saudáveis.
Nessa pesquisa foram utilizadas informações disponibilizadas pelo banco de dados dos monitoramentos anuais do Programa Academia da Saúde, concedido pela Coordenação Estadual de Promoção da Saúde da Secretaria de Estado da Saúde.  Foi feito uma análise dos dados referentes à formação do profissional que atuam nesses polos, o perfil dos usuários do programa, os tipos de atividades que são desenvolvidas e a dinâmica do funcionamento dos polos. Além da análise de dados, foram realizadas entrevistas com os coordenadores, profissionais e usuários do programa e ainda visitas a alguns polos onde o programa foi implantado.
 
Qual o benefício dessa pesquisa para a população?
 
Essa pesquisa trouxe grandes benefícios para a população, visto que, através dos resultados obtidos com esse estudo foi possível identificar diversos problemas que refletem a dificuldade do acesso ao programa pelos usuários, podendo ser observado, por exemplo,  a baixa adesão de crianças, adolescentes, pessoas do sexo masculino e dos grupos  populacionais vulneráveis. Outro aspecto que ficou evidente é o caráter curativo que o programa tomou, sendo predominantemente composto por usuários que apresentam algum tipo de doença crônica.
É uma pesquisa de grande relevância para a sociedade, os resultados obtidos contribuirão para que os gestores possam reavaliar e ressignificar esse espaço tão importante para o campo da saúde coletiva, que vai muito além da prática de esportes e prevenção de doenças, transformando-o em um espaço para todos, articulado com a cultura, esporte, lazer e promoção a saúde. 


EPIDEMIOLOGIA DAS REAÇÕES TRANSFUSIONAIS EM PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA

  •  

    Pedro Henrique Martins Fialho

    Residente   Multiprofissional   em   Enfermagem/Urgência   e   Trauma   pela   Secretaria   Estadual   de   Saúde   de   Goiás.

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  • Vídeo Explicativo sobre a Pesquisa

O que foi feito nessa pesquisa?

Nessa pesquisa, foi realizado um estudo para identificar e mapear a ocorrência de reações adversas em pacientes que receberam transfusão de sangue durante a internação em um Hospital de Urgências do Estado de Goiás. A pesquisa foi realizada a partir dos dados das notificações realizadas no NOTIVISA (Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária), no período da sua inauguração em 2015 a julho de 2019. A partir do estudo, foi possível observar qual o componente sanguíneo mais ocasionou reações transfusionais no período, a classificação dessas reações e o perfil dos pacientes que apresentaram as reações, onde se observou ser do sexo masculino e com idade acima de 60 anos.

Qual o benefício dessa pesquisa para a população?

O benefício dessa pesquisa para a população é colaborar na elaboração de estratégias e de protocolos mais eficazes, visando minimizar os efeitos causados pelas reações transfusionais. Os resultados da pesquisa poderão incentivar o desenvolvimento de novos estudos sobre a ocorrência de reações após transfusões sanguíneas, contribuindo para a segurança e qualidade da assistência à população nas instituições que realizam a terapia transfusional.


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PESQUISA EM ANDAMENTO

 

 


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